terça-feira, 4 de junho de 2013

G1-Fuscas são abandonados em rua na Zona Oeste de São Paulo

Os sete carros já haviam sido deixados em rua próxima, diz subprefeitura.
Após notificação, veículos foram mudados de lugar, completa órgão. 

Fuscas foram abandonados em rua no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo (Foto: VC no G1)Fuscas foram abandonados em rua no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo (Foto: VC no G1)
Sete Fuscas foram abandonados na rua Paulo Ângelo Lanzarini, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo. Uma leitora, que preferiu não ter seu nome divulgado, conta que “há mais de um mês os moradores tem enfrentado o problema de veículos abandonados no bairro”.

Ela acrescenta que, no início, eram apenas três carros deixados na rua. Mas, segundo a internauta, o número foi aumentando até chegar ao total de sete nas últimas semanas.

Nota da Redação: a Subprefeitura do Butantã informou que, há 15 dias, recebeu uma denúncia de Fuscas abandonados na rua Alfredo di Vernieri, que termina na Paulo Ângelo Lanzarini, onde a leitora fotografou os veículos. “Na ocasião o proprietário foi localizado, notificado e os carros foram adesivados com um alerta. Conforme a lei, foi dado um prazo de cinco dias para a retirada dos mesmos.”
 
Segundo subprefeitura, carros já haviam sido abandonados em rua próxima. Após notificação, veículos foram mudados de lugar (Foto: VC no G1)Segundo subprefeitura, carros já haviam sido
abandonados em rua próxima. Após notificação,
veículos foram mudados de lugar (Foto: VC no G1)
Após contato do G1, uma equipe de fiscalização da subprefeitura foi ao local e constatou que os carros fotografados são os mesmos da denúncia anterior, que foram apenas deslocados para a rua próxima. Segundo o órgão, a mudança de local “não invalida o processo que já teve início”.

“Aqueles que estão sem placa serão removidos até o fim da semana. Os que tiverem placa identificável serão encaminhados para remoção após verificação da situação dos mesmos junto ao DETRAN”, explica a subprefeitura, acrescentando que, após a identificação do(s) proprietário(s) pelo Detran, será feita a notificação. “No caso da remoção, [os proprietários] serão multados, além pagar pela remoção e estadia no pátio. O valor para a retirada do veículo é de R$ 13 mil [por cada carro].

sexta-feira, 17 de maio de 2013

SEGURO CONTRA ROUBO DE FUSCA ?


Ladrão devolve Fusca e deixa bilhete se desculpando

Em São Paulo

Após ter o seu Fusca furtado no domingo (12) um eletricista recebeu nessa quarta-feira (15) a notícia que tanto esperava: o carro havia sido localizado. O que ele certamente não previa é que o ladrão deixasse um bilhete se desculpando pelo crime e agradecendo pelo "empréstimo".
O veículo foi furtado em Mococa, no interior de São Paulo, e encontrado intacto pela Polícia Militar de Pirassununga (SP). No bilhete o ladrão explica o motivo que o levou ao ato: "Infelizmente peguei este carro porque não tinha dinheiro para vir embora. Obrigado". E completou. "Observação: entregue ao dono."
Com ou sem bilhete, o proprietário do carro, Cristiano César Leopoldino, 20, comemorou ter de volta o veículo. Ele contou que é o primeiro carro de sua vida e que não tem seguro contra furto ou roubo. O rapaz disse que não está com raiva do ladrão, mas que ele "deveria por a mão na consciência pelo que fez".
A alegria do dono, porém, ainda não está completa. Como é preciso passar por pericia para ser liberado, o Fusca será devolvido pela polícia ao proprietário somente na próxima semana. O carro, ano 1975, foi adquirido há apenas dois meses, sendo levado pelo desconhecido no momento em que o jovem estacionou na rua para ir ao cinema.
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História do Fusca21 fotos

3 / 21
o Brasil, o Volkswagen Sedan começou a ser montado em 1950, por CKD (montagem com peças importadas), pela Brasmotor. A partir de 1953, a Volkswagen do Brasil assumiu o negócio com um galpão na rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga, Zona Sul de São Paulo, onde ampliou a linha do "carro do povo" Leia mais Divulgação
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Encontro celebra 60 anos de fabricação do Fusca no Brasil42 fotos

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Fusca 1959, totalmente original, tem motor 1.200 cc da primeira série; Peilstab (antena do limite do para-lamas direito); Sun Hat Visor (para-sol sobre sobre o para-brisa); faróis de milha, retrovisor direito, persiana traseira, luzes de ré e de neblina são acessórios originais Murilo Góes/UOL

segunda-feira, 29 de abril de 2013

YAMAHA TT 125 DO MEU COMPADRE ADEMIR


Uma das paixões do meu compadre Ademir  é uma Yamaha TT 125 branca , idêntica  a sua primeira moto que lhe foi presenteada pelo seu pai o saudoso Jaci . o compadre Yamaheiro das antigas tem outras máquinas em sua garagem mas dá pra perceber um gosto a mais pela TTzinha. parabéns Ademir e sucesso com sua nova paixão !







Ficha TécnicaYAMAHA TT125

Informações Gerais: 
marcaYamaha
modeloTT 125
cilindrada123 cm³
origemBrasil
motor: 
tipo

lubrificação
sistema de partida
diâmetro x curso
taxa de compressão
rotação de m.lenta
monocilíndrico, 2 tempos, 5 janelas, com válvulas de palheta na admissão (Torque-Induction)
mecânica, por meio de bomba de óleo ("Autolube")
mecânica
56 x 50 mm
7,1 : 1
1250rpm
carburador
marca/modelo
gicleur principal (MJ)
gicleur de ar (AJ)
agulha (JN)
pulverizador (NJ)
válvula de aceleração(CA)
gicleur piloto (RJ)
ajust.pulverização (ES)
gicleur de partida (GS)
nível de bóia (FL)

Mikuni VM24SH
110
0,5
5I1-2
E-2
1,5
27,5
1 1/2 volta
40
21mm +/- 2,5mm
transmissão: 
marchas
relação de redução
1a.
2a.
3a.
4a.
5a.
relação primária
relação secundária
5 velocidades

34/12 - 2,833:1
30/16 - 1,875:1
26/19 - 1,368:1
24/22 - 1,091:1
22/24 - 0,957:1
74/19 - 3,894:1
35/15 - 2,333:1
pneus: 
pneus
dianteiro
traseiro

2.75-19"
3.00-18"
freios: 
freios
dianteiro
traseiro
a tambor, simplex
Ø110mm
Ø130mm
suspensão: 
dianteira
cáster
trail
traseira
telescópica hidráulica tipo "Cerianni"
62,3°
86mm
2 amortecedores hidráulicos
elétrica: 
ignição
abertura do platinado
velas
folga nos eletrodos
bateria
magneto e bateria com platinado
0,35~0,40mm
NGK B8 HS
0,6~0,7mm
6V
chassis: 
chassis
comprimento
largura
altura
distancia entre-eixos
distancia do solo
peso ordem de marcha
quadro tubular, em berço
1920mm
870mm
1270mm
1235mm
190mm
92Kg
performance: 
potencia máxima
torque máximo
velocidade máxima
rampabilidade
raio mínimo de esterço
distancia mínima de frenagem
12,5Hp @ 7500rpm
1,15 @ 6500rpm
105Km/h
27,5°
2000mm

8m @ 40Km/h
capacidades: 
tanque de combustível
óleo 2T do motor
garfo dianteiro
7 lts
1,5 lts
172cm3 por bengala

domingo, 14 de abril de 2013

CLASSIMANIA















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sexta-feira, 29 de março de 2013

CARROS DE ANTIGAMENTE



Eles fazem sorrir

Por Flavio Gomes*
Não queira ter uma relação com seu carrão cheio de botões, reboque cromado para não puxar nada, flex powers, trios elétricos, fly by wire, e ABS igual à que eu tenho com os meus. Você vai perder. Meus carros têm nome, eu converso com eles e entendo o que se passa no seu coração. Ninguém olha para você nesse esquife filmado com vidros escuros como o breu. Para mim, todos olham e acenam.

Se o seu carrão pifar no meio da rua, ou numa estrada no fim do mundo, ninguém vai parar para te ajudar. E se alguém se aproximar, você vai achar que é ladrão. Se um dos meus estancar no meio da avenida mais movimentada de São Paulo, vem um monte de gente para empurrar. E é o pai de um que teve um igual ao meu, o tio do outro que dirigia um táxi idêntico, a avó de um terceiro que ainda tem o seu guardado na garagem que só usa para ir à feira, e se eu não souber o que fazer para ele pegar de novo, alguém saberá.

Meu kit de sobrevivência nas ruas é barato. Um joguinho de ferramentas, desses que se compram em camelôs, com uma chave de fenda, um alicate, algumas chaves de boca. Um frasco com gasolina para jogar no carburador de vez em quando, um galão de água para refrescar o radiador. Oh, que coisa mais primitiva, dirá você.

OK. Tenha uma pane no seu carrão eletrônico para ver o que acontece. Nem tente abrir o capô. Você não sabe o que tem lá dentro. Cuidado, ele pode te engolir. Torça para o celular estar com o sinal pleno e chame um guincho, a seguradora, o papa. Sente e espere. Seu carrão só vai funcionar de novo quando conectarem um laptop nele. E prepare o talão de cheques.

Meus carros, não. Têm carburadores, distribuidores, diafragmas, bobinas e velas, tudo à vista. Sei quando o piripaque é na bomba de gasolina. Sei quando é sujeira da gasolina. Sei assoprar um giclê. Aliás, eu sei onde fica o giclê  !! Procure algo parecido na sua injeção eletrônica.
Seu carro é um emérito desconhecido sem história ou currículo. Os meus têm 40 anos ou mais, já passaram por muita coisa nessa vida, e quando saíram de uma concessionária, décadas atrás, estacionaram na garagem em forma de sonho realizado. Antigamente   carro fazia parte da família .

Ah, mas o meu tem ar-condicionado, disqueteira e controle de tração, dirá você. Sim, mas você nunca terá o prazer de dirigir de vidros abertos e cotovelo para fora da janela, meu rádio toca as mesmas músicas, e não me faça rir com o seu controle de tração. Quantas vezes ele foi necessário?

Além do mais, existe um negócio chamado prazer. Prazer de ter algo que lhe é caro e precioso, mesmo que não valha muita coisa. Carros iguais ao seu todo mundo tem. Vejo aos milhares todos os dias, e nenhum deles tem a cara do dono. Os meus têm. E quando eles quebram, eu mesmo conserto. E eles me agradecem andando de novo, fazendo com que as pessoas sorriam quando passam, fazendo barulho e soltando fumaça.

Não há nada como um automóvel que faça alguém sorrir.

* Flavio Gomes, 41, é jornalista, tem sete DKWs, quatro Volkwagens e uma Lambretta, todos fabricados entre 1958 e 1970.