domingo, 11 de maio de 2014
sexta-feira, 9 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
FUSCAMANIA no XlX Encontro Paulista de Autos Antigos 2014.
O famoso encontro Paulista de Autos Antigos este ano foi realizado na cidade de Campos de Jordão , conhecida por ser uma das mais belas cidades turísticas do Estado Paulista Campos do Jordão se preparou muito bem para este tradicional encontro. a convite do Clube do Puma de Curitiba que mais uma vez organizou uma bela excursão , Fuscamania pode acompanhar e traz para vocês as imagens deste evento magnífico. nem o frio de 06 graus no início da manhã de sábado 03 de Maio pode inibir uma multidão de aficionados que compareceram ao bairro do Capivari para apreciar a beleza dos maravilhosos veículos expostos no local. meu muito obrigado aos amigos do Clube do Puma em especial ao meu compadre Ademir Martins, Burdinhom , Roberto, Ciro, Claudio, Tonico, Bagio, Claudir que não pode ir mas foi representado pelo meu filho Pedro Leonardo e todos os outros companheiros de viagem. segue a primeira parte das fotos do evento;
sábado, 5 de abril de 2014
G1-Só usei a cabeça', diz aposentado criador de minicarro elétrico no RS
Empresário trouxe ao país experiência europeia com veículo que não polui.
'Perseguido' por fiscais de trânsito, ele legalizou carro e busca investidores.
Estêvão PiresDo G1 RS
Uma visita à Itália em 2009 levou um aposentado do Rio Grande do Sul a iniciar neste ano uma batalha para emplacar no país um modelo artesanal de minicarro elétrico. Criador do JAD, João Alfredo Dresch, 68 anos, peregrina desde janeiro em busca de empresas interessadas no projeto. Ele garante que o modelo tem 5 CV de potência, roda a até 70 km/h, não polui, é silencioso, tem menos de 2 metros de largura e dispensa o uso de combustível. Além disso, o gasto por quilômetro rodado é estimando em cerca de R$ 0,10
Sem formação de ensino superior, mas com um vasto currículo obtido em uma fábrica de fermento na Região do Vale do Taquari, o inventor diz ser movido pela curiosidade.
"Só usei a cabeça. Acho que isso falta neste ramo. Fui à Itália e vi esses carros pela rua. Voltei decidido a fazer algo parecido", detalha.
No passado, ele se arriscou em uma invenção sobre a qual prefere não entrar em detalhes. Só diz que não deu certo. "Sou um curioso. Desta vez, arranjei R$ 10 mil emprestados e começamos com um primeiro protótipo do carro de papelão, outro de madeira, e um último de fibra, até chegar ao modelo de aço".
Para engrenar o marketing da iniciativa, Dresch enfrentou percalços. Entre 2011 e 2014, o veículo foi apreendido duas vezes, em Lajeado, município de menos de 75 mil habitantes, onde o JAD nasceu.
"Tive que aguardar muito tempo até sair a documentação. Só saiu agora em janeiro. Queria botar o carro na rua", conta.
(Foto: Guilherme Giannoulakis/Arquivo Pessoal)
Nesta semana, ele voltou a ser alvo de fiscais de trânsito. Ao tentar estacionar no sentido inverso para mostrar a eficiência das dimensões do carro, foi multado em R$ 85,13. "O fiscal não gostou da brincadeira, mas tentei justamente mostrar que a função do carro é essa. Daria pra colocar três carros dos meus".
Ao comentar o mercado automobilístico, Dresch afirma acreditar na viabilidade da tecnologia. "A gasolina está com os dias contados, não vai durar muito tempo. Quero mostrar ao mundo que há chance de amenizar e ajustar o trânsito", aposta.
Concebido em 2010, o projeto levou menos de um ano para ficar pronto. "Quando olho pra ele, penso 'será que fui eu que fiz?'". Um sistema de 14 baterias mantém uma corrente contínua que aciona o motor de 5 CV do minicarro, com capacidade para duas pessoas e espaço para bagagens. Tudo pode ser recarregado na luz com um plugue convencional em menos de uma hora. "É para andar na cidade e concorrer com as motos", enfatiza.
Para o inventor, há viabilidade para uma produção em larga escala e no varejo. Ele garante que o consumidor poderia adquirir um JAD por menos de R$ 20 mil. "Estou conversando com umas quatro empresas. Nesta semana, estou mantendo contato com uma companhia de Caxias do Sul".
De acordo com Associação Brasileira do Veículo Elétrico, a eficiência de veículos elétricos a bateria é de aproximadamente 70%, percentual igual a quase cinco vezes a eficiência de veículos convencionais (14% a 18%). A entidade destaca que, no mês passado, uma parceria para fomentar o modelo no Brasil foi firmada entre a Itaipu Binacional e o Centro para a Excelência e Inovação na Indústria do Automóvel (CEIIA), de Portugal.
A primeira fase prevê a implantação de sistemas de controle e monitoramento nos veículos elétricos em Brasília e Curitiba, que devem receber modelos elétricos durante a Copa do Mundo.
terça-feira, 25 de março de 2014
ENCONTRO DE AUTOS ANTIGOS MATINHOS 2014
VI Encontro de veiculos antigos e especiais de Caiobá .
Aconteceu nos dias 22 e 23/03, o VI Encontro de veículos antigos e especiais de Caiobá e IV Stammtisch Interclubes do Paraná, uma Realização do MP Auto Clube com o apoio da Prefeitura Municipal de Matinhos, através da Secretaria Municipal de turismo, dezenas de carros antigos e especiais se concentraram no Patio do Supermercado Brasão ao lado da Prefeitura de Matinhos no sábado 22/03, em seguida por volta do 12:00 saíram em carreata pela cidade abrilhantando e alegrando a todos por onde passaram trazendo o saudosismo das épocas em que estas verdadeiras obras de arte sobre rodas foram fabricados, finalizando o passeio defronte o Sesc Caiobá onde ficaram em exposição durante o sábado e domingo.
Douglas Gerasom - A Voz de Matinhos.
domingo, 22 de dezembro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Um Fuscão movido a eletricidade
Engenheiro paraguaio converteu fusca antigo em modelo elétrico com tecnologia de baixo custo. Investimento necessário gira em torno de U$ 7 mil
Um engenheiro paraguaio recém-formado criou um fusca elétrico que gasta o equivalente a R$ 3,50 a cada 100 quilômetros rodados. Agora ele pretende desenvolver uma tecnologia no país para fabricar componentes e converter carros em um sistema de baixo custo. O projeto teve início há dois anos, com apoio do Parque Tecnológico Itaipu (PTI) do Paraguai.
Mario Vernazza, 25 anos, estudou Engenharia Mecânica Automotiva na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), no Rio Grande do Sul. Após uma conversa com o pai, decidiu montar o carro e começou a procurar peças no Brasil, China, Argentina e Estados Unidos, país onde conseguiu comprar um kit com motor, controlador, carregador e bateria.
Christian Rizzi/Gazeta do Povo
O motor de 96 volts permite velocidade de até 120 km/h
O engenheiro investiu US$ 15 mil para adquirir as peças, fazer testes e ajustes no veículo. Vernazza já tinha um Fusca 76, mas adquiriu um modelo 85 para colocar o projeto em prática. A montagem começou a ser feita em janeiro de 2013, embora o planejamento tenha começado há cerca de um ano. “Nós não criamos nenhuma tecnologia, somente estamos aplicando produtos que já existem no mercado internacional, de baixo custo, em comparação aos carros elétricos das grandes marcas. Assim qualquer pessoa que comprar um carro popular terá condições de ter um carro elétrico”, diz.
O Fusca elétrico criado por Vernazza consome o equivalente a um litro de álcool a cada 100 quilômetros. O carro tem 12 baterias de 170 ampéres e oito volts, totalizando 96 volts, uma bateria de 12 volts para as luzes e a velocidade máxima é de 120 km/h.
O carro é abastecido em uma tomada comum de residências. Para se obter uma carga completa, é necessário recarregar por 8 a 10 horas. Vernazza, morador de Ciudad del Este, na fronteira com Foz do Iguaçu, diz que a conta de luz dele aumentou o equivalente ao consumo de um ar-condicionado. O quilowat-hora (kWh) de energia no Paraguai custa R$ 0,19. Para rodar 800 quilômetros durante o mês de agosto, ele diz ter pago R$ 35 a mais na conta de luz. Para efeitos de comparação, o preço do kWh para clientes residenciais da Copel é R$ 0,39 (com impostos), o dobro do cobrado no país vizinho.
Investimento
O inventor calcula que para converter um Fiat Uno, sem nenhum opcional, com autonomia urbana de 60 quilômetros e baterias de lítio com vida útil de oito anos, seria necessário um investimento de US$ 7 mil. No valor não estão inclusos os gastos com energia elétrica
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